Dizem que estamos no Verão!?
quarta-feira, 2 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Terceira campanha de escavação na Portela da Arca (Almodôvar)
Depois de um início em 2012 e de ampliações
em 2013, durante o próximo mês voltamos ao “monte” da Portela
da Arca, no âmbito do “Projecto ESTELA: investigação em torno da escrita do
Sudoeste”.
Assim, continuam presentes os objectivos iniciais
que motivaram a intervenção neste sítio arqueológico, nomeadamente: recolher
materiais arqueológicos de forma a obter uma leitura crono-cultural e evolução diacrónica
mais exacta do sítio; juntar mais informação que permita uma comparação com
outros locais arqueológicos relacionados; identificar as soluções
arquitectónicas; perceber as influências culturais a que estava sujeito e
compreender a sua articulação com as necrópoles existentes na área.
Desta forma, pretende-se compreender melhor
alguns dos limites dos ambientes e compartimentos identificados, concluir os
trabalhos nesses locais e alargar a área de escavação de forma a perceber a
evolução do sítio e obter uma organização arquitectónica mais correcta do
“monte” esclarecendo se apresenta as habituais soluções para estas ocupações.
O “monte” de Portela da Arca inscreve-se
num mundo rural que partilha as influências mediterrânicas que operaram significativas
alterações culturais nesta época e a que a escrita do Sudoeste é um corolário e
reflexo. Os dados agora existentes apontam que a última ocupação do sítio, em
torno do séc. VI / IV a.C. e estará associada às comunidades que reutilizam as
estelas nas suas necrópoles. Espera-se assim que estes trabalhos contribuam
para o conhecimento da Idade do Ferro nesta área central do fenómeno da escrita
do Sudoeste.
Tal como em 2012 e 2013, os trabalhos
arqueológicos e os resultados obtidos serão ilustrados diariamente.
Estes acontecem com o apoio logístico da Câmara Municipal de Almodôvar e com a
colaboração da Faculdade de Letras da Universidade de
Lisboa.
sábado, 21 de junho de 2014
Mesa Redonda: Património & Turismo Sustentável
No dia 23 de Junho, entre as 9h e as 13h no
Auditório do Museu
Municipal de Faro, vai-se realizar a Mesa Redonda: “Património
& Turismo Sustentável” - Património Cultural Material e Imaterial: Desafios
e Oportunidades.
Porque “a integração dos valores patrimoniais de
uma cidade ou de uma região na sua política de sustentabilidade e
desenvolvimento é um dos principais desafios atuais para decisores políticos,
empresários ou especialistas”, a Associação
In Loco e a Câmara Municipal de Faro pretendem debater os desafios
e as oportunidades, mas também definir propostas de acções e actividades concretas
para uma utilização sustentada dos enormes recursos patrimoniais do Algarve, em
torno da estratégia regional designada Puro Algarve.
É neste contexto que o Projecto ESTELA foi
convidado a apresentar o seu ponto de vista sobre formas inovadoras de utilização
sustentada do património material e a sua prespectiva na integração deste
recurso nas estratégias locais e regionais de promoção do território e
sobretudo na afirmação da identidade cultural local e regional.
Os vários pontos de vista irão ser apresentados por
um conjunto de responsáveis especialistas e empresários. Com a moderação
de Jorge Queiroz, (Director do Museu Municipal de Tavira), irão
participar Alexandra Gonçalves (Directora Regional da Cultura); José
Pacheco (Director do Parque Natural da Ria Formosa); Marco Lopes (Director
do Museu Municipal de Faro); Pedro Morais (Associação INTERPRETARE);
Samuel Melro (Projeto ESTELA); João Fiandeiro Santos (Caminhos da
História); Sofia Fonseca e Fátima Dinis (Fuga Perfeita)
e Sofia Carrusca (Algarverotas) e ao público participante.
terça-feira, 17 de junho de 2014
Conferência sobre as práticas funerárias durante a Idade do Ferro
Na próxima 6ª feira, dia 20
de Junho, pelas 18h no Museu Nacional de Arqueologia será apresentada a conferência: “Entre túmulos e covachos,
as práticas funerárias durante a Idade do Ferro nas necrópoles da Atafona e da
Abóbada (Almodôvar)”, da autoria de Samuel Melro (Projeto Estela; DRCALEN), Pedro
Barros (Projecto Estela; DGPC) e David Gonçalves (Projecto
Estela; CIAS; LARC/ CIBIO/ InBIO).
Junto apresenta-se o
respectivo resumo:
“No decorrer da sua investigação, focada na
sistematização da informação sobre a escrita do Sudoeste, o Projecto ESTELA tem
contribuído de forma relevante para um melhor conhecimento das populações da
Idade do Ferro do sudoeste peninsular. Exemplo disso é o retrato, ainda em
construção, das suas práticas funerárias. A presente comunicação tem como
objectivos apresentar os resultados obtidos da escavação e análise dos achados
descobertos nas necrópoles da Abóbada e da Atafona (Almodôvar), assim como
discutir as suas implicações para o nosso conceito da diversidade das práticas
funerárias destas populações.”
Estas necrópoles já tinham
sido alvo de divulgação científica, a da Atafona no “8º Encontro de Arqueologia do Algarve: a arqueologia e
as outras ciências” e a da Abóboda no VI Encontro de Arqueologia do Sudoeste.
A conferência realiza-se no
âmbito do Ciclo de Conferências no Museu Nacional de Arqueologia, intitulado: “Arqueologia e Antropologia… Territórios
de Fronteira” que já vai na sua 19ª edição e é organizada pelo Grupo de Estudos
em Evolução Humana da Universidade de Coimbra, pelo Núcleo de Arqueologia e
Paleoecologia da Universidade do Algarve e pelo Museu Nacional de Arqueologia
da Direcção-Geral do Património Cultural.
Neste mesmo dia será previamente
apresentada a comunicação: "A terra sigillata de uma villa
algarvia: o caso do Vale da Arrancada (Portimão)", da autoria de Catarina
Viegas (UNIARQ/FL-UL).
sábado, 7 de junho de 2014
A escrita do Sudoeste e o Turismo Criativo

Nos dias 13 e 14 de Junho vai-se realizar em
Loulé a iniciativa Turismo Criativo. Numa organização conjunta entre a Câmara
Municipal e a ProActiveTur, haverá
palestras, workshops, experiências criativas e conversas em torno da designada
“nova geração de turismo”. Pretende-se assim que haja uma participação activa na cultura, nas tradições, no modo de vida local e incorporando a identidade dos lugares.
A escrita do Sudoeste estará presente numa
oficina de serigrafia intitulada "Elementos gráficos da escrita do
Sudoeste", onde depois de uma breve visita de interpretação às estelas com
a escrita do Sudoeste que se encontram no Museu
Municipal de Loulé segue-se um atelier
de serigrafia com Miguel
Cheta. Esta actividade realiza-se no dia 14 de Junho, entre as 10h e as
12h30, começando no Museu e depois continua no espaço onde artista
desenvolve o se trabalho.
Neste período há ainda outras demonstrações de experiências
criativas (ver
programa completo), oficinas: de pasta de amêndoa, de brinquedos
tradicionais em cana e de retrosaria, um roteiro com um workshop fotográfico, um passeio com o amola-tesouras e termina com
uma refeição resultado da oficina de confeção de papas de milho entre todos os
participantes.
A abertura da iniciativa é feita com a palestra “Como
construir programas de turismo criativo e potenciar ofertas em rede”, por
Caroline Couret (Coordenadora da Rede Internacional “Creative Tourism Network”)
que se realiza no dia 13 de Junho pelas 21h, no edifício Engenheiro Duarte
Pacheco (frente à Câmara Municipal), seguida de um debate e troca de ideias.
A participação nestas actividades é gratuita, mas
sujeita a inscrição prévia num formulário online, uma iniciativa
que conta com o envolvimento de vários agentes locais, incluindo lojas,
empresas, comerciantes, artistas, artesãos, instituições culturais, entre
outros.
terça-feira, 3 de junho de 2014
Colóquio "A Herança de Frei Manuel do Cenáculo, 200 Anos Depois: Perspetivas de Futuro"
Conforme foi referido neste
blog, no dia 29 de Abril realizou-se em Sines o colóquio "A Herança de
Frei Manuel do Cenáculo, 200 Anos Depois: Perspetivas de Futuro",
organizado pelo Museu de Sines, o Museu
Nacional de Arqueologia e o Instituto de História de
Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Neste foram apresentadas as várias áreas que
foram alvo da atenção de Frei Manuel do Cenáculo, ou seja o seu legado
pluridisciplinar para o Património, os Museus, as Bibliotecas e em particular a
prática arqueológica em sítios como Tróia e Miróbriga.
O Projecto Estela apresentou a conferência:
“Frei Manuel do Cenáculo Villas-Boas: um pioneiro no estudo da epigrafia
Pré-Romana dos Campos de Ourique” apresentando uma revisão sobre o contributo
deste ilustre para a investigação em torno da escrita do Sudoeste.
sábado, 31 de maio de 2014
Outras actividades no 2º Festival de Caminhadas do Algarve
A participação do Projecto ESTELA no 2º
Festival de Caminhadas do Algarve não se resumiu às caminhadas
realizadas, houve ainda uma visita à exposição de rua itinerante Quem nos escreve desde a Serra, um Peddy Papper para famílias dedicado à
escrita do Sudoeste e uma “escavação arqueológica” para crianças.
A visita guiada à exposição de rua itinerante Quem nos escreve
desde a Serra, foi uma das iniciativas que abriu o Festival. Nesta
apresentam-se alguns dos materiais arqueológicos da Idade do Ferro provenientes
do concelho de Loulé e dá-se a conhecer a investigação realizada pelo Projecto
ESTELA na serra do Algarve e do Alentejo, revelam-se ainda o que se conhece
sobre os aspectos particulares dos signos e das estelas com escrita do Sudoeste,
bem como o modo de vida e da morte destes povos.
Dividida pela via principal da Aldeia, a EN2 que
liga Faro a Chaves, esta primeira visita realizada para perto de 30 pessoas,
repetiu-se mais duas vezes sendo uma delas em inglês e foi registada pelo Sul
Informação.
Recorde-se que esta exposição faz parte de uma
colaboração da Câmara Municipal de Loulé com o Projecto
ESTELA e conta ainda com o apoio
da Direção
Regional de Cultura do Algarve, da Junta de
Freguesia do Ameixial, da Junta de Freguesia de Benafim, da Junta de Freguesia de
Salir, do Museu Municipal de Faro, da Direção
Geral do Património Cultural e do
Museu Nacional de Arqueologia.
Uma das que se manteve desde o ano
passado foi a realização do Peddy
Papper para famílias dedicado à escrita do Sudoeste. No último dia do
Festival, 5 as famílias num total de 14 pessoas, realizaram um percurso de 2km interagindo
com o meio ambiente, os habitantes do Ameixial e a descoberta do património
natural e cultural da aldeia.
De uma forma lúdica e
divertida pela aldeia, a partir das pistas entregues, onde estava indicado o
que cada equipa tinha de fazer, nomeadamente decifrar alguns enigmas e cumprir
alguns desafios a partir dos signos da escrita do Sudoeste e sobre o seu
período cronológico. Estas tarefas eram introduzidas com um texto sobre a
escrita do Sudoeste e a Idade do Ferro, um mapa da aldeia e a equivalência dos
signos da escrita do Sudoeste e algumas letras do nosso alfabeto
Gostaríamos de
agradecer a Andreia Pintassilgo no acompanhamento e registo fotográfico desta
actividade.
No segundo dia, foi
realizado um workshop para crianças.
Esta inspirava-se nas estelas com escrita do Sudoeste e numa das formas de
enterrar durante a Idade do Ferro.
Assim, crianças dos 7
aos 12 anos tinham de realizar a escavação de uma sepultura em forma de cista,
descobrir como eram enterradas as pessoas nessa época através da disposição de
um esqueleto e que oferendas tinham com elas pelos objectos arqueológicos que
aí tinham sido colocados.
Toda esta descoberta
era revelada seguindo os procedimentos necessários ter em consideração numa
escavação arqueológica: a remoção cuidada dos sedimentos, a definição dos
vestígios, o seu registo, a embalagem, organização e inventariação, para que
depois se possa proceder ao estudo de toda a informação recolhida.
Organizada pela Câmara Municipal de Loulé sob a direcção técnica e científica da assertiva arqueóloga Alexandra Pires com a colaboração da Susana Martins.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
As caminhadas temáticas ligadas à “escrita do Sudoeste”
Algumas das actividades realizadas no 2º
Festival de Caminhadas do Algarve onde o Projecto Estela participou activamente,
foram duas das caminhadas temáticas, a primeira em colaboração com a Liga para a Protecção da
Natureza (LPN) e a outra a visita
dedicada à “escrita do Sudoeste”.
A visita da LPN que contou
com uma grande reportagem fotográfica, realizou-se no percurso de Corte d’Ouro.
Os cerca de 10km foram precorridos por 14 pessoas, tendo havido uma especial
atenção para o património natural existente nos verdejantes e floridos campos
dos montes e vales da serra, ao património humano em conversas com quem vinha
da faina e para o património cultural.
Neste último, visitaram-se a fonte do Pé Corço, a
alminha, a Azenha do Pizão, os palheiros tradicionais da aldeia e a Anta do
Beringel. Este monumento megalítico encontra-se num pequeno esporão e terá sido saqueada. Pelas suas características é
interpretada por alguns arqueólogos como sendo um possível tholos, onde ainda se vêm os esteios que delimitam a câmara e o
corredor orientado a Este. Aqui,
segundo informação oral, foram encontradas placas de xisto decoradas e cerâmicas.
Tal como no
ano anterior, no último dia do Festival, foi realizada a caminhada dedicada
à “escrita do Sudoeste”. Nesta, cerca de 20 pessoas de todas as ideias percorreram
os pouco mais de 7km, ao longo da ribeira do Vascanito, para visitar três dos
sítios arqueológicos conhecidos na região relacionados com a escrita do
Sudoeste: Corte Pinheiro, Várzea dos Mendes e Vale dos Vermelhos.
Assim, a necrópole de
Corte Pinheiro foi onde se identificou a última estela com escrita do Sudoeste
do concelho de Loulé. Esta encontrava-se entre a linha de água e a área do que
se julga ser a necrópole, pois aí se encontra uma grande concentração de
pedras, de xisto e quartzos, espalhadas em mais de 300m2.
Já o sítio da Várzea
do Mendes, num meandro da ribeira, revela uma ocupação romana, uma medieval/
moderna possivelmente habitacional e uma outra zona onde foi recolhida uma
estela com escrita do Sudoeste e alguns materiais da Idade do Ferro podendo estes
vestígios também estarem associados a uma necrópole.
Por fim, a necrópole
do Monte ou Vale dos Vermelhos que se encontra na extremidade da várzea do Vale
dos Vermelhos sobre a Ribeira do Vascanito, é percetível pela grande dispersão
de pedras e por alguns eixos ortogonais que definem sepulturas quadrangulares.
A beleza daquele vale
é ainda hoje uma imagem sempre reconfortante de se ver, para cedo regressar.
terça-feira, 27 de maio de 2014
E assim aconteceu o 2º Festival de Caminhadas do Algarve
O 2º
Festival de Caminhadas do Algarve que decorreu nos dias 25, 26 e 27 de
Abril voltou a levar cerca de 200 pessoas ao Ameixial a percorrer a serra entre
o Alentejo e o Algarve. Durante os três dias puderam participar nas mais de
vinte actividades que revelaram a riqueza ambiental, cultural e humana que
estas terras têm.
Para além da fruição que os participantes fazem
da região, cumpre-se o objectivo de promoção desta região do interior algarvio
e concretiza-se um retorno económico significativo para o comércio local, pois implica
toda uma logística que triplica a população da aldeia.
Como forma de identidade e diferenciação, a
escrita do Sudoeste da Idade do Ferro marca presença não só nalgumas das
actividades realizadas, na presença da réplica de Corte Pinheiro, mas sobretudo
no grafismo associado ao Festival que é inspirado nesta escrita, símbolo
privilegiado da herança histórica da região e uma das imagens de marca da
serra.
Destaque-se ainda um esforço que houve nesta
edição para a promoção do Festival fora de portas. Esta iniciou-se na Bolsa de Ciclismo e Caminhadas, através
da ProActiveTur, em Amesterdão e foi visitada por mais de 20.000 mil pessoas.
Já no Festival de Caminhadas do Algarve houve uma cobertura
mediática por jornalistas nacionais, pelo sempre atento Sul Informação, e internacionais
da imprensa especializada, nomeadamente da Holanda, França, Dinamarca e
Inglaterra, através da colaboração da Associação Turismo do Algarve.
Um dos desejos do 1º
Festival de Caminhadas do Algarve foi concretizado no Festival deste ano:
no final foi inaugurado
o Abrigo de montanha que se localiza na antiga fábrica de cortiça do
Ameixial e é gerido pela Junta de
Freguesia. Este espaço irá dar apoio ao Turismo de Natureza e será um
factor dinamizador da região para que estas actividades ocorram durante todo o
ano.
Esta foi uma organização da ProActiveTur e do Projecto ESTELA, em parceria com a Câmara
Municipal de Loulé, a Junta de Freguesia do Ameixial e a Direcção-Geral do
Património Cultural.
E… porque para o ano há mais, marquem as datas de
final de Abril na agenda!
sábado, 17 de maio de 2014
Inauguração da exposição e lançamento do Roteiro sobre Frei Manuel do Cenáculo
No próximo domingo 18 de Maio, pelas 16h00, no
Dia Internacional dos Museus, o Museu Nacional de Arqueologia
(Direcção Geral do Património Cultural) em parceria com o Museu de Sines (Câmara Municipal
de Sines), inauguram a exposição evocativa de “Frei
Manuel Do Cenáculo: o criador do primeiro museu português no bicentenário da
sua morte”.
Por esta ocasião será também lançado o “Roteiro
de Frei Manuel do Cenáculo”, promovido por aquelas entidades juntamente com o
Turismo do Alentejo e a Direcção
Regional de Cultura do Alentejo.
Como referido por ocasião de outro evento
evocativo destas comemorações, o colóquio "A
Herança de Frei Manuel do Cenáculo, 200 Anos Depois: Perspetivas de Futuro",
esta brilhante figura do Iluminismo português
procedeu à primeira relação e ilustração de um conjunto de estelas com escrita
do Sudoeste em Portugal.
Na exposição iremos ver alguns dos
desenhos do Álbum Lápides do Museo
Sesinando Cenaculano Pacence e no Roteiro constam alguns dos locais onde se
podem ver estelas com escrita do Sudoeste, como o Museu da escrita do Sudoeste
de Almodôvar e outros onde Frei Manuel do
Cenáculo realizou trabalhos.
Nas
cerimónias está ainda previsto um momento musical dedicado a modinhas de finais
do século XVIII, protagonizado pela Escola de Artes de Sines.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
A escrita do Sudoeste nas comemorações da Noite dos Museus e do Dia Internacional dos Museus no Museu Municipal de Loulé
Nos próximos dias 17 e 18 de Maio, nas
comemorações da Noite dos Museus e do Dia Internacional dos Museus sob o tema
“Museus: coleções criam conexões”, o Museu
Municipal de Loulé organiza várias iniciativas de entrada livre.
Algumas vão ter em destaque a escrita do
Sudoeste. Assim, nos dois dias (Sábado entre as 20h e as 23h, no Domingo entre
as 10h e as 18h), no âmbito das visitas orientadas a uma peça de eleição da
coleção de arqueologia, entre as várias peças, uma das estelas com escrita do Sudoeste
que aí se encontram merecerá atenção. Esta iniciativa tem como objectivo
destacar as algumas das peças mais emblemáticas do Museu e explicar a sua
importância em termos científicos e patrimoniais.
Já no Domingo dia 18, entre as 15h e as 16h30,
decorre uma “Oficina de escavação arqueológica” para crianças dos 7 aos 12
anos. Esta actividade baseia-se na colecção de estelas com escrita do Sudoeste que
se encontram naquele espaço museológico partindo depois “para a escavação de
uma sepultura e descobrir como eram enterradas as pessoas nessa época”.
Pode
consultar o programa completo, do qual constam ainda visitas encenadas e
guiadas, um espectáculo com artes de fogo e uma sessão musical para bebés.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




a.jpg)








































